Revista Real Conhecer - ISSN 2763-5473

EDUCAÇÃO AMBIENTAL DE APRENDIZAGEM: A ESCOLA COMO FERRAMENTA PARA A MUDANÇA SOCIAL

 DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.4777353

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Erondina da Silva Tavares[1]

Graduada em História pela U. F. R - RO

 

 

RESUMO

 

Os humanos continuam a construir relacionamentos com o meio ambiente por meio de ações diárias. Nas cenas culturais, é comum que as pessoas descartem o lixo de forma irregular, o que expressa o quanto a sociedade precisa de consciência para construir sua própria consciência para desenvolver práticas ecológicas. A educação é uma ferramenta de mudança social que pode estimular a formação de novos costumes e privar o meio ambiente de comportamentos que impactam negativamente o meio ambiente. O objetivo deste artigo é integrar a educação ambiental em um universo interdisciplinar e sensibilizar para o incentivo de hábitos ecológicos.  Para construir argumentos, a pesquisa bibliográfica utilizada foi em livros acerca da temática em questão, assim como, artigos e revistas relacionadas na base do Google Acadêmico. A prática ecológica pode ser feita por meio de palestras, workshops e atividades complementares, então a participação é primordial, todo o processo é interdisciplinar, e os alunos podem começar a desenvolver habilidades para o melhor aproveitamento do meio ambiente, envolvendo proteção, conservação e ampla diversidade da biodiversidade. De acordo com o conceito de temas relacionados, as ações ecológicas e ambientais podem ser estendidas aos costumes do cotidiano; nessa perspectiva, os alunos podem apresentar melhor a importância da interação humana com o meio ambiente e possíveis consequências para seus pais e seus próximos como um resultado.  Dessa forma, o conhecimento sobre educação ambiental pode ser ampliado, podendo ser estendido à sociedade e promover a renovação de costume.

 

PALAVRAS-CHAVE: Educação ambiental, Escola, Interdisciplinar

 

ENVIRONMENTAL LEARNING EDUCATION: SCHOOL AS A TOOL FOR SOCIAL CHANGE

Humans continue to build relationships with the environment through daily actions. In cultural scenes, it is common for people to dispose of garbage irregularly, which expresses how much society needs conscience to build its own conscience to develop ecological practices. Education is a tool for social change that can stimulate the formation of new customs and deprive the environment of behaviors that negatively impact the environment. The purpose of this article is to integrate environmental education in an interdisciplinary universe and raise awareness of the incentive of ecological habits. To build arguments, the bibliographic research used was in books about the subject in question, as well as articles and related magazines based on the Google Scholar base. The ecological practice can be done through lectures, workshops and complementary activities, so participation is paramount, the whole process is interdisciplinary, and students can begin to develop skills for the better use of the environment, involving protection, conservation and wide biodiversity diversity. According to the concept of related themes, ecological and environmental actions can be extended to everyday customs; in this perspective, students can better present the importance of human interaction with the environment and possible consequences for their parents and their neighbors as a result. In this way, knowledge about environmental education can be expanded, and it can be extended to society and promote the renewal of custom.

 

KEY-WORDS: environmental Education.  School. Interdisciplinary.

 

INTRODUÇÃO

 

A interação do ser humano com a natureza continua ocorrendo de forma direta ou indireta, resultando em consequências que podem ou não ser benéficas ao meio ambiente. Os diferentes impactos ambientais devem-se principalmente ao tipo de relação que se estabelece entre o ser humano e o meio ambiente, trazer esses fatos para a sociedade, a cultura e a realidade brasileira. Essa educação é óbvia e pode ser observada em todos os aspectos que envolvem os casos de destinação de resíduos.

Educação ambiental é um termo amplamente utilizado, mas muitas pessoas não sabem exatamente o que é, muito menos como praticá-la. Em uma sociedade, muitas vezes, não há exercícios físicos no dia a dia, esse hábito pode despertar a atenção das pessoas, pois nessa sociedade, como interagir com o meio ambiente de forma correta ainda é muito frágil na democratização e disseminação.

Observou-se que é muito comum jogar lixo no chão de praças e ruas, ônibus e metrôs. Muita gente não achava que ações simples causariam muitos danos aos moradores, entupir os bueiros, o que provocaria enchentes no período das chuvas, além disso, o acúmulo de lixo em áreas irregulares favorece a disseminação de humanos.

A percepção do mundo está relacionada a diferentes personalidades, idade, experiência, ambiente social e nível de escolaridade. Portanto, com a promulgação da Lei nº 9.795 em 27 de abril de 1999, a educação ambiental tornou-se infame. A lei formulou a Política Nacional de Educação Ambiental e estabeleceu o ensino obrigatório em todos os níveis da educação formal brasileira por meio desta lei.

 Deve-se todos estar mais atentos ao meio ambiente e reconhecer o papel central que a educação desempenha na melhoria da relação entre as pessoas e o meio ambiente, por isso é necessária a realização de mais ações de conscientização nas escolas para que os alunos possam conscientizar mais as pessoas. A importância de restaurar o meio ambiente não é bom apenas para a humanidade, mas também para toda a biodiversidade.

A educação é parte da ação humana que transforma a natureza em cultura, lhe dá sentido e a traz para o campo da compreensão humana e da experiência do mundo e da participação na vida. A questão ambiental vem se configurando cada vez mais como um problema, envolvendo uma série de atores do setor educacional, fortalecendo a participação dos diferentes sistemas de conhecimento em uma perspectiva multidisciplinar, e a formação de profissionais e da comunidade universitária.

O trabalho dessa temática nas escolas requer mais apoio, pois apesar de uma semana ambiental e de um planejamento para o tema, a educação ambiental pode ser realizada todos os dias, e a participação dos alunos como educadores pode ser revelada por meio de ações praticadas no dia a dia, mudar hábitos e ferramentas motivacionais para que outras pessoas possam seguir esses hábitos.

A geografia não é a única disciplina que pode dar conta desse conteúdo. Outros professores de outras disciplinas também podem se posicionar sobre isso e fortalecer a aplicação por meio de atividades sociais. Essas atividades se estenderão ao ambiente externo da escola e promoverão projetos que os alunos possam realizar. Integre-se ativamente por meio do trabalho interdisciplinar, podendo realizar palestras, workshops e atividades educacionais envolvendo química, física e biologia para relatar conhecimentos sobre ciências naturais e educação ambiental.

 Com base nos fatos encontrados na realidade social e escolar, o objetivo deste trabalho é integrar a educação ambiental ao universo interdisciplinar e promover a possibilidade de inserção no meio social para que as pessoas possam compreender mais claramente o hábito do lixo.

Dessa forma, a escola tem um papel preponderante no processo educacional e deve estar comprometida com a reformulação de novos comportamentos relacionados ao meio ambiente e com o estabelecimento de um conceito que visa proteger e utilizar racionalmente os recursos populacionais de forma sustentável.

A educação ambiental deve atuar não apenas no nível ideológico e de disseminação da informação, mas também no nível existencial. Nesta fase, o processo cognitivo se caracteriza por realizar ações com conhecimento, capacidade de escolha e compromisso com ação.

 

METODOLOGIA  DA PESQUISA

 

Para obter uma argumentação eficaz e coerente, foi realizado um levantamento e pesquisa bibliográfica com referência em livros sobre a temática em questão, artigos e revistas relacionada na base no Google Acadêmico.

Conforme esclarece Boccato (2006)

 

A pesquisa bibliográfica busca a resolução de um problema (hipótese) por meio de referenciais teóricos publicados, analisando e discutindo as várias contribuições científicas. Esse tipo de pesquisa trará subsídios para o conhecimento sobre o que foi pesquisado, como e sob que enfoque e/ou perspectivas foi tratado o assunto apresentado na literatura científica. Para tanto, é de suma importância que o pesquisador realize um planejamento sistemático do processo de pesquisa, compreendendo desde a definição temática, passando pela construção lógica do trabalho até a decisão da sua forma de comunicação e divulgação. (BOCCATO, 2006, p. 266)

 

O método inclusivo é divulgar as sugestões relacionadas à educação ambiental, como inserir a proposta na educação ambiental e no trabalho na escola, de forma a estabelecer as bases da relação interdisciplinar para o método de EA.

 

ANÁLISE DOS DADOS

 

A educação é um processo delicado, pois é necessário um planejamento complexo para a obtenção de resultados satisfatórios, sendo possível observar e refletir sobre o papel do educador e seu comportamento no processo de formação e ensino.

O artigo 225 da Constituição Federal de 1988 estipula que todos têm direito a usufruir de um meio ambiente ecologicamente equilibrado, propício ao uso universal das pessoas e fundamental para uma qualidade de vida saudável para a preservação para as gerações presentes e futuras.

No entanto, de acordo com o tema horizontal “Meio Ambiente” (1998) dos “Parâmetros Curriculares Nacionais”, o questionamento da problemática e a compreensão das consequências das mudanças ambientais ainda podem ser entendidos como um determinado comportamento de superação do ser humano diferente sob determinados contextos históricos.

Quando se trata de educação ambiental, é importante saber que ela não deve ser entendida como um tipo especial, mas sim uma série de etapas que constituem um longo e contínuo processo de aprendizagem, em que a filosofia do trabalho participativo é que todos, família, escola e a comunidade devem estar envolvidas.

No ensino, a educação ambiental (EA) é uma das profissões da educação, inspirada nos valores de respeito a todas as formas de vida e solidariedade e na aquisição de conhecimentos específicos sobre as questões ambientais.

Segundo Dias; Leal; Carpi Junior (2016, p. 12), “educação sobre o meio ambiente é pensar em criar um futuro melhor para o nosso mundo e para as pessoas que aqui vivem, o que vai mudar nossa consciência e qualidade de vida. em prática.”

 No contexto de crescentes problemas de poluição ecológica e métodos de prevenção, a educação ambiental tem se fortalecido, alterando o processo histórico de degradação socioambiental causado pelo homem (BAENA SEGURA, 2001).

Dessa forma, é possível repensar as ações do ser humano sobre o meio ambiente para melhor aproveitá-lo, trazendo benefícios para a humanidade, e repassar os conhecimentos adquiridos para outras pessoas e gerações futuras [...] Todos os desenvolvimentos intelectuais de “foram passados ​​de uma geração a outra, de forma que o lema vigente de cada geração está um degrau acima da geração anterior no campo da ciência e do senso comum” (CUBA, 2010, p. 27).

O conceito de meio ambiente como parte do currículo dos alunos é o alicerce da disciplina, para que possam ser eficazes no processo, tomar decisões e ajudar no combate a comportamentos irregulares, e começar a tirar resultados observando os costumes de descarte de resíduos e o lixo no chão e em lugares errados está diminuindo gradualmente.

Como aponta Chalita (2002):

 

Os alunos são colocados como sujeito central da atividade e isso caracteriza a educação como um processo de influências sobre as pessoas, conduzindo a sua transformação e capacitando-as para interagir com o meio. “A educação constitui-se na mais poderosa de todas as ferramentas de intervenção no mundo para a construção de novos conceitos e consequente mudança de hábitos.” (CHALITA, 2002. p. 34)

 

A educação ambiental é conteúdo e aprendizagem, motivação, parâmetros e normas. são fatores interessantes e muito importantes na implementação da educação ambiental incluem pais ou responsáveis. Sua participação nesse processo pode se estender à família e ao cotidiano, consolidando tudo o que os alunos aprenderam na escola, e mesmo em situações passivas, todos estão ativamente envolvidos na proteção do meio ambiente. Nesse caso, o processo educacional pode levar a uma transição para a sustentabilidade socioambiental (BAENA SEGURA, 2001).

Este tema abre possibilidades para novos conhecimentos e habilidades que podem ser desenvolvidos em uma perspectiva interdisciplinar, incluindo a história, discutindo assim como os humanos têm interagido com o meio ambiente nos últimos séculos, especialmente após a revolução industrial. Educar para mostrar as localizações geográficas mais afetadas pelas atividades humanas e como proteger a biologia da natureza.

Portanto, é possível compreender pelo exposto que a educação ambiental é uma forma possível de mudança de atitudes e, consequentemente, de mundo, pois possibilita que os alunos estabeleçam uma nova forma de compreender a realidade de suas vidas, estimulando a consciência ambiental. Cidadania em uma cultura ética de paz, unidade, liberdade, parceria e interesses comuns, habilidades, sofisticação e compartilhamento de bom senso.

Segundo a pesquisa de Reigada e Reis (2004), a educação ambiental ajuda os indivíduos a se tornarem militantes da sociedade e a aprenderem a agir individual e coletivamente na busca de soluções. Portanto, tem sido repetidamente observado que a formação de comunidades que apoiem ​​objetivos ou trabalhem para o alcance da alfabetização ecológica é essencial para a promoção da alfabetização ecológica, disse Trigueiro (2008, p. 31). Portanto, vale ressaltar que, a partir das atividades propostas e realizadas por eles, as crianças que participaram do projeto estavam mais envolvidas com o meio ambiente como tema e assim as crianças participam de todas as atividades atenta e ativamente.

Segundo Lourenço (2007), expandir o fenômeno da educação ambiental tem grande influência e importância, podendo, geralmente, reduzir diversos tipos de desequilíbrios regionais. De acordo com as ideias do autor Medeiros, Olive e Mendonça (2011), ao estudarmos este tema no cotidiano da escola, explorar em todas as disciplinas pode “iluminar” a preocupação com a proteção do meio ambiente.

 Portanto, por meio da discussão desse fato, podemos perceber que é necessário aprimorar e fortalecer a aplicação e a pesquisa do assunto para que se façam mudanças benéficas no mundo em que vivemos, pois é fácil perceber que se não fizermos, nossa qualidade de vida costuma diminuir cada vez mais, permitindo-nos ser limitados por nossas obrigações diárias (GUEDES, 2006).

A temática do projeto de EE desenvolvido na escola ao longo do ano letivo tem levado a uma atitude de reflexão crítica e consciência ambiental no dia a dia dos alunos, e acaba por se tornar uma importante ferramenta de transformação, permitindo-lhes refletir sobre as questões que os preocupam e a importância do ambiente em que vivem.

Sorrentino e Portugal (2012 apud Almeida 2013, p. 116) apontam que os projetos de EA nas escolas devem ir além do conceito de ministrar cursos, distribuir cartilhas e preparar atividades em aniversários, pois se assim for, só servirão de ensino Instituições mostram alunos famílias a “qualidade” de seu ensino.

 

CONSIDERAÇÃO FINAL

 

De acordo com a análise, na medida em que os alunos participam integralmente das atividades de prática e intervenção educativa, quando passam a estimular a renovação dos hábitos dos outros, seus conhecimentos sobre educação ambiental serão aprimorados, podendo essas intervenções ser estendidas à sociedade.

Como as atuais condições ambientais do Brasil indicam que tem sido possível observar a absoluta necessidade da educação ambiental de forma mais sólida, para que outras gerações possam ser alcançadas no período de construção de valores e conscientização, e da mesma forma, as pessoas que se formaram. uma consciência que pode ser moldada pelo domínio do conhecimento do conteúdo adquirido por professores ou alunos intermediários e outras pessoas que vivem na vida cotidiana.

 De uma forma geral, deve-se destacar que a escola é o local mais vantajoso para a implementação de iniciativas de inovação customizadas, iniciativas que não se limitam aos conceitos ambientais, mas incluem também conceitos culturais e sociais que podem alcançar um posicionamento mais elevado. Enfrente as situações encontradas no meio social, incluindo o descarte incorreto do lixo, os impactos ambientais e a biodiversidade, e os tipos de interações ecológicas que existem na relação entre o homem e a natureza.

Neste sentido, a intervenção de alunos, professores e stakeholders (relacionado ao projeto), tem valor em nível de extensão porque consegue, a partir de sua ação, atingir as pessoas que constroem a sociedade partindo do princípio de preservação e educação ambiental, e mudança conceitos e práticas exercidas. A educação ambiental é um campo do conhecimento em construção, quando as pessoas que implementam o processo praticarem todos os dias, a educação ambiental vai se desenvolver.

 

REFERÊNCIAS

 

BAENA SEGURA, D. S. Educação ambiental na escola pública: da curiosidade ingênua a consciência crítica. p. 13 e 42. São Paulo, 2001.

 

BOCCATO, V. R. C. Metodologia da pesquisa bibliográfica na área odontológica e o artigo científico como forma de comunicação. Rev. Odontol. Univ. Cidade São Paulo, São Paulo, v. 18, n. 3, p. 265-274, 2006.

 

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado, 1988.

 

 CHALITA, Gabriel. Educação: a solução está no afeto. São Paulo: Gente, 2002.

 

CUBA, M. A. Educação ambiental nas escolas. Rev. ECCOM, v. 1, n. 2, p. 27, 2010. Disponível em: http://www.publicacoes.fatea.br/index.php/eccom/article/view/403. Acesso em: 13 mar. 2021.

 

DIAS, L. S; LEAL, A. C; CARPI JUNIOR, S. Educação ambiental: conceitos, metodologias e práticas, 2016. Disponível em: https://www.researchgate.net/profile/Antonio_Fluminhan/publication/309179299. Acesso em: 13 mar. 2021.

 

GUEDES, José Carlos de Souza. Educação ambiental nas escolas de ensino fundamental: estudo de caso. Garanhuns: Ed. do autor, 2006.

 

LIMA, Waldyr. Aprendizagem e classificação social: um desafio aos conceitos. Fórum Crítico da Educação: Revista do ISEP/Programa de Mestrado em Ciências Pedagógicas. v. 3, n. 1, out. 2004.

 

LOUREIRO, C. F. B. Trajetória e fundamentos da educação ambiental. 2. ed. 150 p. 28. São Paulo: Cortez, 2007.

 

 MEDEIROS, A. B; et. al. A importância da educação ambiental na escola nas séries iniciais. Rev. Faculdade Montes Belos, v. 4, n. 1, p. 7, set. 2011. Disponível em: http://www.terrabrasilis.org.br/ecotecadigital/pdf/a-importancia-da-educacaoambiental-na-escola-nas-series-iniciais.pdf. Acesso em: 13 mar. 2021.

 

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TRIGUEIRO, André. Meio ambiente no século 21: 21 especialistas falam da questão ambiental nas suas áreas de conhecimento. 5 ed. São Paulo: Autores Associados, 2008.

 

ALMEIDA, J. P. Formação docente para a promoção da educação ambiental: o caso de uma Escola Estadual em Maceió (AL). Revista Brasileira de Educação Ambiental (RevBEA). Brasília, V. 8, n. 1, p. 114-129, 2013.




[1] Graduada em História pela U. F. R – RO. Mestranda pelo Programa de Pesquisadores da IPE em parceria com a Amazônia University, Educação Cultura e Sustentabilidade-Estado da Flórida-EUA http://lattes.cnpq.br/0895283497957228.

 

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