DOI: 10.5281/zenodo.7514379

 

Marina Orlandi Goulart

Professora autônoma de Dança, estudante de Licenciatura em Dança na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. marinaorlandig@gmail.com.

 

Juliano Camargo da Silva Félix

Ator e professor de Teatro, estudante de Licenciatura de Teatro na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. juliano.flx@gmail.com

 

Deborah Xavier de Abreu

Bailarina e professora autônoma de Dança, estudante de Licenciatura em Dança na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. dede.abreu@yahoo.com.br

 

João Pedro Pereira Barros

Estudante de Licenciatura em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. pedrobarrosjoao@gmail.com

 

Ana Paula de Lima Ramos

Estudante de Licenciatura em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. anapaularamos@gmail.com

 

Gregori Oliveira Martins

Estudante de Licenciatura em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. gom.grgory@gmail.com

 

Maria Luisa Oliveira da Cunha

Professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dra. em Ciências do Movimento Humano. maluoliveira@ufrgs.br

 

Resumo: O presente trabalho é um relato da experiência do Núcleo 1 PIBID Artes desenvolvido no Instituto Estadual Professora Gema Angelina Belia atendendo as séries finais do Ensino Fundamental de sexto a nono ano. As atividades foram realizadas de forma remota durante todo o projeto, em contexto pandêmico, apresentando desafios da situação atípica de aulas online, como a falta de acessibilidade dos estudantes à internet, a evasão escolar e, principalmente, a carência afetiva da interação presencial. O propósito deste trabalho é compartilhar as estratégias traçadas para criar alternativas de ensino e aprendizagem acessíveis, analisando os resultados de forma crítica considerando a realidade de cada aluno. As aulas foram estruturadas visando estimular a curiosidade; desenvolver o senso crítico; valorizar e incorporar o repertório cultural dos estudantes; e criar espaços integrativos, através de aulas visualmente atrativas, motivadas por perguntas e jogos expositivos (cênicos, práticos ou virtuais). Também foi produzido material avaliativo de aprendizagem equivalente para os estudantes que não pudessem participar sincronamente. Tendo em vista que os PIBIDianos se encontravam em uma condição semelhante como alunos dentro da universidade, foi natural a busca por abordagens mais sensíveis visando equalizar este fazer sem deixar de abordar as matrizes curriculares. Portanto, verificou-se que uma abordagem que coloca o aluno no centro foi de suma importância para a criação de um espaço, ainda que virtual, em que eles pudessem sentir-se acolhidos e ter liberdade de se expressar, criar e aprender de forma mais motivada, mesmo em situação adversa.

Palavras-chave: Arte. Educação. Ensino Remoto. PIBID.