DOI: 10.5281/zenodo.19262573

 

Alinne Silva Sousa

Graduanda em Pedagogia, pela Universidade Estadual do Maranhão – UEMA

E-mail: alinnesousasilva04@gmail.com

 

Raissa do Santos Chaves

Graduanda em Pedagogia, pela Universidade Estadual do Maranhão – UEMA

E-mail: raissinhachaves97@gmail.com

 

Rose Cléia Schuencker Silva 

Graduanda em Pedagogia, pela Universidade Estadual do Maranhão – UEMA

E-mail: schuenckersilvarosecleia@gmail.com

 

Thamires dos Santos da Silva

Graduanda em Pedagogia, pela Universidade Estadual do Maranhão – UEMA

E-mail: thamiressantos5656@gmail.comg

 

Fagner Gomes do Nascimento

Doutorando em Letras, pela Universidade Federal do Rio

Grande - FURG. Mestre em Letras, (UFMA), e Graduado em Letras – Português/Inglês (UEMA).

E-mail: fagnernascimento@yahoo.com.br

 

RESUMO

A alfabetização em uma perspectiva inclusiva constitui um desafio central para a escola contemporânea, que precisa garantir o direito de aprender a todos os estudantes, respeitando suas singularidades, ritmos e formas de interação com o conhecimento. Nesse contexto, torna-se essencial compreender que a alfabetização não se limita à decodificação, mas envolve processos cognitivos, sociais e culturais que demandam práticas pedagógicas flexíveis e mediadas de forma sensível pelo professor. Este artigo tem como objetivo analisar os desafios e as possibilidades da alfabetização no contexto da educação inclusiva, discutindo contribuições teóricas que auxiliam na construção de práticas promotoras da equidade. A fundamentação teórica apoia-se nas ideias de Ferreiro e Teberosky, que entendem a alfabetização como um processo construtivo baseado na elaboração de hipóteses; de Mantoan, que destaca que a inclusão escolar implica participação efetiva e reorganização das práticas pedagógicas; e de Vygotsky, cuja perspectiva sociocultural enfatiza o papel da interação e da mediação no desenvolvimento. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, fundamentada na análise de obras que discutem alfabetização, inclusão e práticas docentes. Conclui-se que a alfabetização inclusiva exige do professor uma postura reflexiva e acolhedora, capaz de adaptar estratégias e considerar a diversidade presente na sala de aula. Promover a alfabetização inclusiva significa fortalecer uma educação humanizada, que assegura a cada aluno o direito de aprender de acordo com suas potencialidades.

Palavras-chave: Alfabetização. Educação Inclusiva. Práticas Pedagógicas. Diversidade. Mediação Docente.